faziam anos que eu não colocava meus pezinhos na fosfobox. a última vez em que estive lá nem o bar – que já acabou – existia ainda, quanto mais uma segunda pista. mas era um clubinho ótimo, pequeno, gostoso, com boa música e gente interessante.
mas como na vida tudo muda, a caixinha também mudou, né? bem que uma figurinha fácil da noite já tinha me avisado há alguns meses: “a fosfobox agora é a emolândia”. quem mandou não escutar?
que fila absurda era aquela na entrada, com gente se empurrando pra entrar num lugar vazio? casa que segura fila pro pessoal perder o horário do desconto, ainda mais no hell de janeiro, está riscada da minha listinha pessoal de lugares a frequentar. novamente, como há duas semanas na casa da matriz, só não fui embora porque as festas da erica e do theddy sempre rendem muito lazer. em outra situação, não teria entrado nem às 03h, como ontem.
podem me chamar de esnobe, mas acho que fiquei muito mal-acostumada com a época em que clubes ótimos não tinham confusões na entrada, muito menos quando rolava uma lista amiga – que realmente era amiga, pois não só não se pagava nada ou quase nada para entrar, como ainda se tinha direito a usar áreas exclusivas pra dar aquela espairecida bacana.
ou então vai ver que, além de esnobe, me tornei alguém totalmente sem paciência pras idiosincrasias da vida social noturna. quero sair pra me divertir, não pra ter trabalho – a não ser que estejam me pagando, ao invés de eu pagar – caro – por isso.
whatever.




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